that kind of love is just like that, it shows us the way to real emotions, but real feelings are ours only, no one copies them, no one takes them away, no one divides them with us... for each individual has its own personality. love changes, love kills, love is just like everything else in life that's good... it has a bad side. it has monsters that rise from it, love is another dellusion the human being lives looking forward to and, when found, it's not the real deal, it's just a one night stand, a one month stand, a one year stand or a one life stand. it is never eternal. it can be bought, just like any accessory. love is like my latest shades, now I have them, everyone wants them. now I own my own creativeness, I can love myself and no one else, I can buy love with cigarettes, coffee or even money and own it. love is nothing like the illusion the human being looked forward five centuries ago. when you say there's no love lost... all love is lost... at a 5% sales.
beladona de Láquesis
estou a viver em tempo extra um décimo-terceiro esforço para uma vigésima-quinta hora. enquanto a tensão cresce e a lua corrompe o caos que se vê e o caos que se é talvez se confundam, na ária de um pianista sem nome, num poema pintado em nuvens, nas badaladas das beladonas... (que sempre houve anestesia na alquimia) hora obscura, talvez já diurna e amar corta como uma lâminas de pétalas a perder o tempo em levitação e delírio... será que devia pegar fogo a tudo — a fama, a fortuna e que mais! — contigo ver tudo arder, e começar de novo? é que até a gente boa sangra... mas há uma luz, no meio de tantas, uma, e uma pista de dança sobre que olho, ambas me contam algo que se passou: do fogo no nosso chão, da devassidão da minha devoção, para que o mesmo conto se repita e onde está o nosso olhar estrelado? onde acaba a glória e começa o sonho.
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