a admiração pela honestidade
As imagens na minha retina passam mais depressa do que se fixam! Mais uma volta e pode ser que fique eterno! Queria estudar a honestidade através de um olhar selvagem, mas a estranheza das asas persiste em erguer-se! Há uma alquimia secreta, obscura e delicada, onde a mente do artista se faz labirinto e as almas perdidas ensaiam felicidade e ferida. Como um poema dito por um velho bandido, Escutas as palavras que sempre te prometeram! Num timbre assombrado (já te sentes perdido) Está na hora de lançares o feitiço da noite! Se a fantasia pudesse inventar um amigo, a paleta dos vossos sonhos incendiaria o mundo, para além do universo (esqueçam o seu fim). A vida só se cumpre arte num lugar terminal, onde o paliativo é promessa sem lugar, onde a natureza cavalga sem rei nem tribunal. Oh! Fantasmas da pista de dança, venham a mim — cantem-me a melodia das minhas vergonhas! Engasga-te na tua própria fama, até te livrares da lama, senta-te na fila da frente...
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