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Real Fake.

It's always the eternal loved one, until defied, Girls vomit their glittering pearly bellies, Dreaming of perfection, living their deception; And bitchy punks go to heaven, never to return, Nothing in the world will make that dirt burn, And that's how bleached your pig hands will stay. Live and let die, kiss and let cry, It takes two to fuck love up and make it evil, What remained of my crystal castle sunk.

lost.

I feel like smoking my soul tonight Setting fire to this tar I hold inside I need to make me want to die. 'cause I feel so abandoned in this side.

Nojo Vivo.

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És a doença que me proíbe de respirar, a cárie na brancura da verdade. Até mesmo todos os demónios que nunca consegui jogar fora. A sarjeta para que olho, o vómito que apaixona, a ebriedade de sentimentos. O caos pergunta-me se existe outra obsessão neste sonho. O medo do frio que me abala e embala... fechar os olhos é o delírio de nunca conseguir acordar de ti. És nojo suficiente para me deixar doente. Nesta merda de sonho que vivo. E nunca vou deixar a comatose. As memórias são feias demais para as pintar. E nada dói mais que este adultério de mentiras, este cemitério de verdades e enterrados vivos. Dorme. Dorme. Dorme. Não acordes. Dorme. Não é para sempre. É sempre. Os gritos na cave desta solidão, obceco por saber se estás aqui ou não. E vejo-te espreitar como os cães que saltam por entre as grades. Eras a personificação da perfeição até te ouvir falar - tenebroso. Preso num paraíso de chaves, de letras que tudo diziam menos o que queria dizer. Falsa pretensão, não fazes s...

Irmãos de Droga.

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"Espelho meu, espelho meu, ninguém é mais épica do que eu." Juntos para sempre por interesses de que não me livro Intelecto-zero, dia-a-dia continuando a enojar Arrasta-me como lençóis onde se possa encostar. A única razão para continuar assim é uma pedrada, E só não me deixa por vivermos esta fachada. Pesos na consciência, não tomou os ácidos que diz, Overdoses de auto-comiseração Peso de ser aquilo que diz repugnar E eu digo-te, ela fala de mim, Sapatas na mão e ela ainda fala de mim? Beber pela mentira, pela tentativa, Pelos medos de ser demais, e nunca ser o que é. Este é o meu punhal, nas costas ferradas.

Quem [,] Prometeu?

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Sabes quando tens a certeza que as coisas vão acontecer de uma certa maneira e mesmo assim tu deixas que aconteçam com esperança que, de certo modo, não seja isso que vai acontecer? É isto. Uma auréola da fama sobre os deuses que cuspiram esta constante sombra como punição. Eu tenho obsessões. Achar que o arrependimento existe é saber que o nada que temos é o nosso tudo. "Eu vou amar-te até ao fim dos tempos, vou esperar um milhão de anos. Promete que te lembras que te amo, por favor aguenta as lágrimas. Amo-te mais que todos os cabrões de antes, diz que te lembras, sabes que te lembras." Mas as leis são para serem quebradas e este coração ornitofóbico ressuscita-se para a própria canibalização sadomasoquista. Vai ser sempre debicado, regenerado e debicado. Não fiz promessas que não cumprisse, não fui o titã que tu esculpiste nessa odisseia da ilusão que de ti fizeste e aqui tens: o pedaço de carne que calço exorcizado pelo ódio que tecias à minha própria teia caótica...

Anima. [O Exorcismo]

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Sinto-me invadido. Cristo, eu não estou bem.  Toma o calmante, Caos, está na hora de descansar.  O que é isto? O que fazes aqui?  Precisas de entender ao que pertences, está na hora de acabar com os crimes, Caos, precisas de desaparecer.  DEIXA-ME EM PAZ, PAI, EU ODEIO-TE! T oma  a m edicaçã o,  Caos , e st á na h or a  de des can sar. Noli manere in memoriam, Noli manere in memoriam, CAOS. Pára, por favor! Pára, Tiago, tira-me daqui, pai! Eu não peso no teu corpo! O teu baptismo foi canibal, descobri que não devo pecar pela simplicidade carnal. As culpas não podem ser inventadas, estas verdades têm de ser exorcizadas. Está na hora de regressares ao teu posto, alma penada que mais amo e odeio. Saevam iram et dolorem, Saevam iram et dolorem, CAOS. Não o faças! pára, por favor! Eu não suporto, pai, pára com esta loucura! Um pedaço de algodão doce demais para a minha mente, vais fechar os olhos eternamente. Acalma-t...

der Richter.

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Julgado todo roto na sarjeta, Sepultado em ervas de pecado, Sob uma pirâmide de pragas preta. Dos meus sonhos sobrou o luar Ilumina e reflecte nas pedras, Que destroça o deserto triangular. Atira os teus paus e correntes, As tuas botas e bombas Já senti o que sentes, Assim, que me mastigues e cuspas. Chove sobre o meu carinho, Um oásis escrito no paraíso, Ondas de absinto que me afogam E ainda assim não me saciam. Sempre à espera que a Clepsydra torne, de uma camisa desapertada e uma esfinge por foder. Nas areias nadam escorpiões, pouco falta para sentir a lava.