o sono dá lugar às verdades escondidas.

foi sob o embrulho encrispado de um mar de tragédia
no constante devolver do riso ouvido de longe da morte
que me surgiu presenteado e imerecido um mar de rosas
as nuvens mantêm a lua tapada, que não sorri, espanta-se
e não é do meio da floresta negra que se vê a saída
há ainda muito que podar neste jardim
fique a maresia daquele teu jasmim

que não foi o que queria, o que merecia ou o que desejava
e tudo devo à fortuna, não à sorte grande, a de aqui estar.


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