that kind of love is just like that, it shows us the way to real emotions, but real feelings are ours only, no one copies them, no one takes them away, no one divides them with us... for each individual has its own personality. love changes, love kills, love is just like everything else in life that's good... it has a bad side. it has monsters that rise from it, love is another dellusion the human being lives looking forward to and, when found, it's not the real deal, it's just a one night stand, a one month stand, a one year stand or a one life stand. it is never eternal. it can be bought, just like any accessory. love is like my latest shades, now I have them, everyone wants them. now I own my own creativeness, I can love myself and no one else, I can buy love with cigarettes, coffee or even money and own it. love is nothing like the illusion the human being looked forward five centuries ago. when you say there's no love lost... all love is lost... at a 5% sales.
De veludos e vícios
O dia em que beijaste um poeta às escuras, morra e pereça! De veludos e vícios se fez o sonho. Superfícies macias que encobrem servis mecanismos. Energias a render para consolo do consumidor. Fome sem nome. Avidez obscura que pede mais, sempre mais, sem saber o que pede a mais, mas imediatamente reconhecedora da próxima dose. Puxam-me, empurram-me, oferecem-me poses e personagens praticadas. Tanta linha por cheirar e eu a assentá-las no currículo. De veludos e vícios se fez o ódio. O ódio não nasce grande: faz-se útil. Poupa o trabalho de sentir, oferece um alvo ao vazio, cola uma máscara ao que não tem rosto. Dá ambição aos que já desistiram da alma. Faz arder buracos pelas ruas. Faz confundir violência com forma, grito com canto, castigo com sorte. E chama sublimação ao que não passa de mesquinha punição. Mas de veludos e vícios se fez o sonho. Guardo fantoches em caixas de bolachas, guardo-os até me fartar desta máscara que criei à minha volta. Um oásis, o paraíso nas minhas mã...
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