Entes Queridos II

Se nada muda, nada muda.

A imagética a perpassar da dignidade, tão cobiçada e tão frustrada, mantém-se.
Politicamente correcto ibidem. As inequações, contudo, são irresolutas, como a mente.
Promessas vazias e outras promessas que não remendam corações.
A poemática também não vai auxiliar numa Jihad inexistente.
O ético e a dignidade com fins estéticos e luxuriantes nunca conseguiram dar as mãos.
O ressentimento de sentimentos foi o pouco podre pó que sobrou.
Imponência e impotência: há quem se vanglorie da sua menoridade.

Não vão haver histórias para escrever com lágrimas.


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