adorno

"respeito, devoção, lealdade, tudo lhe tivestes... mas amor!"
"não está em nós dá-lo, nem quitá-lo, amigo."

leis... só há um motivo para serem feitas e é quebrá-lo, por mais fútil, por mais igual, por mais desonroso que pareça, é a verdade e é a única existente. num mundo que não está pronto para o que diz chamar-se humanidade, num mundo onde liberdade, igualdade e fraternidade tão catecizadas foram... é a verdade, "nua e crua, como la pediste"


"scream for me... you know what I hate the most in the whole world? I hate money, and you know what I hate just a little more than I hate money? why do you come to my show when you can watch it all on youtube? I'm just kidding. the only thing I hate more than money is the truth... I hate the truth, in fact, I hate the truth so much I'd prefer a giant dose of bullshit any day... so... show me your teeth"

e sou uma pessoa de regras, sempre ambicionei ser honroso e sempre ambicionei ser parte do que diz chamar-se luz, sempre fui educado assim... mas... como tudo na vida, como as folhas que caem de uma árvore de folha persistente, essas que não eram suposto cair, as bases que me ensinaram aos poucos se desvigoraram e eu cá vivo assim... não só, não acompanhado, não triste, nem feliz, numa "funesta jornada... dezassete anos", ah e o que ainda falta... vejo a minha juventude a cair mais e mais e não a devo se não só a uma pessoa que é tão triste e feliz, como apaixonada e odiada, uma dissimulada. mas agradeço, agradeço porque se o é, é para ser descoberta, como tudo no mundo e se escrevi duas histórias e as juntei, é meu dever acabá-las as duas como quis que acabassem e já estava acabada há muito tempo. diva minha me contou que "todo o amor é vingança"... não todo mas aquele. oh e que bem que me sabe a vingança... ironia à parte, mas sendo um prato que se serve frio não me saberia bem agora dado que estou com sensibilidade dentária.

"esperai, aqui não morre ninguém sem mim"

e essa muito mo é desejada... mas não a escrevo agora pois há muito que fazer ou descobrir.

rezo para que preces sejam ouvidas e laços recuperados, pois sei que planeio e sei que faço. agradeço-te por isto, por mais, por transmitires, se ainda o fazes, a mensagem que quero, pois eu é que te visto e só te visto com as roupas que quero que mostres... oh e tu a mim, queria que ligasses ao que digo e ouvisses a melodia que queres ouvir... melodia, sim, pois da minha boca nada sai, a não ser o que tanto disseste sair. cidadões da ordem, cidadões do cáos, eu ausento-me para onde me quero e já chega quase essa hora... falta pouco para o meu crepúsculo.

ontem vi o nascer do sol e lembrei-me que também me simboliza, esse que também simbolizou uma cruz e uma chuva incessante, um tremor de terra e uma multidão de curiosos a ir-se embora. e os meus olhos que de tanto ver tudo mudaram de cor para a mais fria que olhos podem ter... "brand new eyes", diziam, do castelo que enterrei. ouro.

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